[Infográfico] E-mail marketing ou mídias sociais?


O infográfico mostra como as ferramentas são absorvidas pelo público-alvo. No final das contas não é qual a ferramenta que você vai usar, e sim , como elas serão usadas para alcançar o objetivo proposto!

Infográfico email-marketing vs. mídias sociais

Fonte: marketingdigital.com.br

[Livro] Métricas nas mídias sociais - Como medir e otimizar os seus investimentos em marketing.


Batendo um papo com alguns colegas de classe eu pude perceber que apesar do mercado oferecer uma infinidade de ferramentas gratuitas ou pagas para gerar relatório dos mais simplórios aos mais detalhistas no final sempre falta alguma coisa! Sem contar as modificações sofridas no meio do caminho porque o cliente não sabe interpretar gráficos. Tenso!
  
Após seguir uma indicação do professor referente ao livro Métricas em Mídias Sociais de Jim Sterne onde ele descreve em seu livro muitos exemplos de técnicas e estratégias para as empresas que desejam ampliar sua presença em mídias online de compartilhamento e relacionamento de métricas além de dicas úteis para orientar a atuação em redes sociais, blogues, microblogues e todo tipo de mídia online de compartilhamento e relacionamento. Ainda mostrar a importância das mídias sociais num momento em que as empresas se tornam mais vulneráveis às opiniões e necessidades de seus clientes.

 A leitura é super tranquila e de fácil entendimento, mas tomem cuidado pois o livro tem o seu valor como material de pesquisa, mas os exemplos são focados no mercado americano. A maior parte do conteúdo precisa ser trabalhado e adaptado a realidade do mercado brasileiro. Entretanto, esses pequenos detalhes não desqualificam a obra, muito pelo contrário, é uma ótima oportunidade de aprimorar os conhecimentos e para os que estão chegando no mercado descobrir como mensurar campanhas em redes sociais. Detalhe, é um excelente presente para os clientes que não sabem o que querem no relatório.

Super indico ; )

[matéria] Viramos escravos da tecnologia?


Dando uma olhada na banca de jornal a capa da Você S/A chamou-me a atenção com a seguinte pergunta “Viramos escravos da tecnologia?”. Após a tecla da curiosidade ser acionada fui conferir a matéria na qual remetia a pergunta que grudou na mente.

No mês de fevereiro ocorreu a 4ª edição da Wisdom 2.0 em São Francisco e a equipe da Você S/A foram acompanhar o evento de perto que teve como tema principal a busca do equilíbrio no uso da tecnologia. O objetivo deste evento é reunir os presidentes das grandes empresas do ramo, executivos , profissionais da área, professores de faculdades conceituadas na tentativa de chegarem a um consenso...será que os efeitos da tecnologia melhoram ou atrapalham o nosso bem estar?

Tópicos como a administração do seu tempo na internet ou o que nós valorizamos quando estamos conectados, testes para saber o grau de dependência tecnológica, relato sobre a vida online de alguns executivos pertencentes a empresas renomadas são citados na matéria de Lucas Rossi, Caroline Marino e Nina Neves.

E você...domina a tecnologia ou é ela quem domina a sua vida?

Vale a pena conferir!

Como chamar a atenção dos seus clientes nas mídias sociais



Em minhas pesquisas encontrei algumas dicas para manter a sua fan page atrativa para os clientes em potencial. Por mais que o óbvio salte em direção aos nossos olhos, não custa enfatizar que o “simples” faz toda a diferença no final.


1.Certifique-se de que faz sentido. Seja objetivo e claro ao dizer quem é, o que faz e o que pretende de quem lê. Um bom exercício é verificar como a maioria dos textos nas redes sociais não atende a pelo menos um desses requisitos. 

2. Assuma um tom pessoal. O que mais interessa às pessoas são elas mesmas, e as redes sociais ajudam a obter informações sobre elas. Se sua mensagem não engajar o interlocutor rapidamente, será desprezada com igual rapidez. Por isso, evite fazer introduções falando de si mesmo. Se isso for necessário, seja breve. 

3. Deixe claro que o interlocutor pode obter alguma coisa boa. Não dê prioridade a seu próprio interesse. E não exagere na descrição das vantagens nem tente enganar. 

4. Seja breve. Vá direto ao ponto. Ninguém tem tempo para perder, ainda mais com desconhecidos. Não perca tempo dizendo que sabe como o tempo do outro é valioso. 

5. Não seja genérico. “Precisamos de pessoas como você.” Essa frase tão comum já encerra duas generalidades: "nós" e "pessoas". Ninguém se entusiasma com isso. 

6. Peça ajuda. Dê um jeito de focar no interlocutor e, ao mesmo tempo, despertar nele vontade de ser solícito. As pessoas gostam disso. 

7. Não despreze o que é óbvio. De certa forma, os exemplos dados por Tobak neste item passam os anteriores em revista: preste atenção na correção da linguagem (principalmente se o idioma não for o seu); tente destacar alguma conexão que já existe com o interlocutor (ele e você trabalham na mesma área, por exemplo); mostre que você sabe a quem está se dirigindo, mas não seja invasivo

Fonte: Revista Pequenas empresas e grandes negócios

A moda agora é falar de Remarketing



Antes que você pense...eu sei eu sei foi o Google quem criou, não é?! 


Errado!

A primeira empresa que ouvimos falar em utilizar o remarketing foi a Amazon. Ou vai me dizer que quando você deixava o carrinho cheio no site os banners e pop-ups da Amazon não te perseguiam como o coiote corre atrás do papa-léguas?

Em meados de 2011 a empresa de tecnologia Triggit, prestadora de serviço da Amazon, criou uma plataforma capaz de rastrear os cookies depois que o usuário sai da sua página - matéria. Com ela a empresa tinha ciência das preferências do cliente resultando o foco da propaganda certeira.

Infelizmente, a ferramenta apresentada pelo Google não oferece uma segmentação tão aprofundada como a plataforma da Triggit. Ela oferece a listagem dos visitantes do site, mas não mostra qual foi a página mais acessada! Oferece a segmentação de categorias, mas se você detém vários produtos em seu site ou e-commerce (eletrodomésticos, roupas, livros, filmes, jogos, brinquedos,...) dividir essa listagem oferecida pelo remarketing do Google será pelo puro e simples feeling.


Outra coisa, não é só porque está na moda você obrigado a usar também!

Essa plataforma é ideal para os negócios de médio a longo prazo, com produtos e/ou serviços de maior valor agregado para o cliente sem deixar de considerar o ticket médio alto. Podemos trabalhar também as “compras por impulso”. Funciona bastante com os consumidores que costumam namorar um serviço e/ou produto antes de efetuar a compra.

No final das contas nada se cria tudo se reinventa!

[Infográico] Top 10 mais chatos da sua rede social




Daily Mail fez uma enquete com seus leitores com o foco de listar as 10 atualizações no feed  de diversas mídias que mais irritam a nossa vida.


A agência digital Iinterativa aproveitou o gancho da repercussão desta pesquisa no Brasil e construiu um gráfico bem humorado com o Top 10 mais chatos da sua rede social!

Vale a pena conferir!


Algumas curiosidades sobre o Twitter




Hoje o Twitter completa 07 anos e o site americano Business Insider reuniu sete fatos interessantes sobre a evolução do micro blog.

Veja abaixo:

1 - As ideias que levaram à criação do Twitter nasceram numa maratona hacker promovida pela empresa Odeo, que já não existe mais. O evento ocorreu em 2006.

2 - O Twitter foi originalmente pensado em um parquinho de crianças. Jack Dorsey, um dos fundadores, teve seu grande momento de inspiração em cima de um escorregador junto de seus colegas. "Uma ideia tão simples que você nem pensa sobre ela -- você apenas escreve", disse ele.

3 - O primeiro tweet aconteceu em 21 de março de 2006. Dorsey escreveu "Just setting up my twttr".

4 - O usuário com mais seguidores na rede social é o cantor pop Justin Bieber. A conta que segue o maior número de usuários é da companhia Hootsuite, com 1,1 milhão de perfis seguidos. O perfil com mais tweets é de uma garota japonesa, @Yougakduan_00, com impressionantes 36.402.262 milhões de postagens.

5 - Existem 47.815 contas verificadas, isto é, validadas pelo Twitter como pertencentes a seus, geralmente, famosos donos. Pessoas como o ex-jogador de basquete Shaquille O'Neal e a cantora Lady Gaga estão na lista. Ao contrário do CEO do Twitter, Dick Costolo.

6 - O passarinho logo do Twitter tem um nome. Ele se chama Larry. A graça vem de um lendário jogador do Boston Celtics, time de basquete dos Estados Unidos, que se chama Larry Bird.

7 - Retweets, respostas, hashtags, aplicativos móveis e propagandas: nada disso foi criado nos escritórios do Twitter. Todos esses recursos surgiram no ecossistema da rede social pelas mãos dos próprios usuários. Até então nenhuma dessas pessoas conseguiu dinheiro diretamente com a plataforma, que funciona em capital fechado. Seu valor é estimado em US$ 10 bilhões.

Fonte: Olhar Digital

O Facebook e a sua metamorfose ambulante.




No mês de março Mark Zuckerberg e a sua trupe vieram com várias mudanças para enlouquecer os usuários do Facebook. Sem contar com algumas surpresas, por exemplo, a apresentação do novo layout do Google + um dia antes do New feeds.

Sabemos que depois de sua abertura de capital a empresa está utilizando todos os campos possíveis e inimagináveis para fazer a alegria dos steakholders. Resultado: além dos anúncios na barra lateral da mídia a ferramenta utiliza uma busca recente de fan pages das imagens,  vídeos curtidos e postagens feitas pelo usuário para oferecer a página sugerida. Sem contar que agora quando algum amigo da sua rede curte uma página a mesma não aparece mais na lateral próximo aos anúncios, e sim, no seu feed de notícias. São as chamadas publicações relacionadas.

Ufa, tem mais!

Nesta semana os alcoholics da mídia de plantão não param de falar sobre as mudanças da new feed. Bom, se pararmos para pensar o único objetivo desta mudança é para implementar novos meios de anunciar na ferramenta. Pesquisas indicam que os ápices de interação são as imagens e os vídeos. Ampliando a visualização destes itens o que se espera é uma maior interação resultando o aumento de conversão no Facebook Ads e Insight. Vamos esperar para ver em que bicho vai dar, não é!

O fabuloso mundo das mídias sociais


Antes de falamos em como chamar a atenção dos clientes em potencial para aumentar a quantidade de fans em sua fan page ou o número de seguidores em seu Twitter vamos voltar no tempo e relembrar da onde surgiu essa febre chamada da rede social.

Desde os primórdios o ser humano tem a necessidade de se comunicar e deixar o sua história para os demais como disse o historiador Mark Sapwell. Vocês concordam que se não existisse tinta e papiro grandes marcos da história seriam esquecidos como palavras ao vento? Então graças a essa necessidade de se comunicar com o mundo que relembrar o passado e acompanhar a evolução tecnológica é fácil. 
Bom, será que é?!

Com o aumento significativo da internet nas empresas e residências houve um boom neste segmento por volta dos anos 2000. Com isso surge o Fotolog (lembram?) e o Friendster, considerada a 1ª mídia social na época. A funcionalidade ofertada era a facilidade de ter as suas amizades reais no mundo online. No decorrer de pesquisas referente ao comportamento do target selecionado vieram o LinkedIn em 2003 e o My Space (considerado uma cópia do Friendster).

Após análise e muitas mudanças eis que surge o momento de 
utilizar essas ferramentas para gerar lucro. Em 2004 foram criados o Flick, Orkut e Facebook que anos mais tarde foi a oportunidade muita bem utilizada por umas empresas e pesadelos de muitas outras. O Flick, rede social similar ao FotoLog, oferece o plus que muitos fotógrafos adotaram rapidamente. Imagina ter o seu portfólio online gratuitamente, postar fotos em alta e quem quiser utilizar as mesmas tem que pagar pelos direitos autorais. O Orkut não há necessidade de apresentações. A rede dominou a vida dos brasileiros durante anos até o momento que um estudante de Harvard resolveu aparecer com a mídia queridinha dos brasileiros, o Facebook. Com o objetivo de manter seus amigos interligados dos campus o Facebook deu as caras em 2006 e de lá pra cá vem se adaptando para manter-se habitual e atraente para os seus usuários.

Agora fica a grande pergunta...o que podemos esperar das mídias 
sociais? Pesquisas recentes apontam que os sites de relacionamento atingem a 1 bilhão de pessoas! Galera estamos falando de 1/7 da população do planeta Terra! Tudo indica que o Facebook não é o fim da linha para as mídias sociais. Alguns especialistas acreditam que  o futuro dos serviços relacionados a comunicação está em produtos de código aberto, como o Linux (sistema operacional livre). Essa idéia está sendo implementada no Diaspora (https://www.joindiaspora.com/).