O que esperar dos analistas que tomam conta da sua mídia social?


Essa é uma de muitas perguntas que rodam a cabeça de um gestor quando decide em agregar as mídias sociais no orçamento da empresa. No site da Exame a matéria trás 04 pontos essências para ser ou ter um analista apto e capaz de operar as redes propostas.
Bom, pelo menos é isso que esperamos, não é?!

1. Ser social: Isso não quer dizer que a pessoa deva ser a mais simpática e desinibida. O que importa aqui é empatia e gentileza. O profissional deve saber se relacionar, gostar de solucionar problemas e conseguir se colocar no lugar do outro, pois vai estar em contato direto com clientes. Ser gentil é muito importante, principalmente na hora de tratar com clientes descontentes.
2. Leitura: Boa parte do trabalho realizado em redes sociais é baseada em textos. Apesar do trabalho de um analista de mídias sociais ser diferente da função de um redator, saber escrever bem é essencial. Ler livros é uma das melhores maneiras de manter o texto em forma, além de estimular a criatividade.
3. Atualização constante: Manter-se informado sobre as novidades do mercado é importante para qualquer área. Entretanto, para quem trabalha com mídias sociais, essa atualização é fundamental e ocorre numa velocidade muito mais rápida. Além de estar antenado em notícias gerais, é importante que o profissional acompanhe publicações e blogs internacionais sobre o assunto diariamente, o que também ajuda a treinar o inglês.
4. Ter um hobby: Não é porque uma pessoa trabalha com redes sociais que deve estar o tempo inteiro falando sobre isso. Em áreas criativas, é essencial que a pessoa tenha hobbies que vão além do trabalho. Isso ajuda a se renovar e ter sempre boas ideias.

Será que as mídias sociais trazem algum benefício para a nossa escrita?



Escrevendo um e-mail para uma grande amiga que hoje mora no Rio Grande do Sul eu me deparei com o seguinte pensamento: “ Será que essa comunicação online traz algum benefício para a nossa escrita?”. Sem pensar duas vezes deixei o e-mail de lado e iniciei a pesquisa.

Para sanar a minha inquietação pelo assunto descobri alguns estudos que citam a importância de ter uma comunicação escrita como se fosse uma conversa simples por telefone. Tudo indica que este processo está cada dia mais comum, principalmente, com as mídias sociais, blogs e os e-mails que resultam a preocupação no que está sendo escrito.

Há séculos atrás antes de imaginar em um dia pronunciar a palavra internet apenas os escritores profissionais degustavam o ato de escrever. Lembram das aulas de redação no colegial? E o suplício que era ordenar os seus pensamentos no papel?  Bom, deixando o passado de lado...hoje nós vivemos a era mais literacia da história.

Os dados da NM Incite mostram quem de 2006 para cá o número de blogs no mundo passou de 36 milhões para 173 milhões. Além dos blogs não podemos esquecer das mídias sociais. A Ofcom, agência que regulamenta as comunicações britânicas, afirma que os britânicos preferem enviar mensagens de texto a amigos e parentes distantes do que ligar para eles ou conversar pessoalmente.

As mídias sociais oferecem um bom modelo sobre como escrever. Primeiro, as mensagens em geral são curtas. As pessoas que usam o Twitter muitas vezes omitem pronomes e artigos. O vocabulário tende ao casual; os blogueiros preferem “mas” a “no entanto”. E a escrita em geral é bem crua, não muito editada.
Em “Major Memory for Microblogs”, um recente artigo em “Memory & Cognition”, uma publicação científica, os pesquisadores apontavam que as pessoas têm mais facilidade para se lembrar da escrita casual de posts no Facebook ou comentários em fóruns de discussão do que de trechos de livros ou artigos jornalísticos. Um possível motivo é que “a produção espontânea e não muito filtrada da mente de uma pessoa é exatamente o tipo de coisa que a mente alheia armazena com facilidade”. É provavelmente por isso que o Twitter, o Facebook e os reality shows de TV se tornaram sucessos.
É claro que a má escrita continua a ser abundante, mas no geral a percepção feita pelos estudiosos pesquisados é positiva.

Site seleciona postagens criativas das marcas no Facebook

Enquanto algumas agências vivem de acordo com o ditado "Em time que está ganhando não se mexe" há aquelas que se destacam e não demonstram nem um pouco de medo quando o assunto é superar a barreira da criatividade na era digital. Bom, como essa atitude é tomada pelos fortes o site News Feeder veio com a brilhante ideia de reunir essas postagens para mostrar que há seres pensantes nas mídias sociais.


Depois dá uma olhada no site!







Alguns motivos valiosos para você não ignorar mais o LinkedIn


Quando eu pergunto a algumas pessoas qual o problema em ter um perfil no LinkedIn as desculpas são as mesmas: "Não tem que colocar uma foto 3X4 lá?" ou " Pra que isso? Eu tenho assinatura na Catho!" ou " O que você acha de interessante em um monte de gente que só fala de trabalho." 


Bom, é daí para pior! Por mais que a ferramenta tenha 10 anos de funcionamento a mentalidade dos usuários de mídias sociais retrata o início da mídia onde o foco inicial era apenas a busca por emprego. Logo abaixo há algumas funções e dicas que possam vir a ajudar, e muito, a galera que trabalha com geração de conteúdo e armazenamento de informação (clipping). Dá uma olhada!




LinkedIn Today é um site que reuni notícias de cada usuário tornando o trabalho de um profissional de marketing de conteúdo um pouco mais fácil, colocando as informações relevantes na frente dos leitores. O LinkedIn Today avalia notas e outros itens que mais de 200 milhões pessoas comentam nas mídias. Imagine, a sua marca publica um conteúdo, que é compartilhado pelos seus funcionários e pelo LinkedIn, resultando um efeito cascata de compartilhamento do seu conteúdo na ferramenta interminável.
                                                                                                            LinkedIn Influencers permite que os profissionais recebam as atualizações de formadores de opinião selecionados pela ferramenta direito em sua página inicial do LinkedIn. Então, o que isso significa para os profissionais de marketing de conteúdo? Imagine que você trabalha para uma empresa de fabricação de remédios, e publica o seu novo e-book no LinkedIn. Delos Cosgrove, CEO e presidente da Cleveland Clinic, lê e gosta do que vê, então ele o compartilha. Seus seguidores (mais de 85 mil deles) são susceptíveis a ver o conteúdo, e, graças ao algoritmo do LinkedIn, muitos são susceptíveis a ser membros do público-alvo para a sua empresa de fabricação medicamental.

Grupos do LinkedIn são ótimos lugares para postar conteúdo de sua marca, mas atenção: Os grupos não têm como objetivo serem promocionais. Se você postar conteúdo, certifique-se de que é relevante, útil e educacional. Esse tipo de conteúdo vai ter a maioria das ações em todos os canais de mídia social, aumentando suas chances de novas perspectivas de vendas.

Integração do LinkedIn do SlideShare as marcas podem agora facilmente compartilhar o conteúdo com as pessoas nos mesmos setores ou outros setores relevantes em todo o mundo, o que torna o LinkedIn um ótimo destino de conteúdo B2B.

Conteúdo Patrocinado do LinkedIn tem o mesmo objetivo dos anúncios patrocinados no Facebook Ads. Apesar de não ter um leque amplo nos interesses precisos da ferramenta a tendência é a utilização da mesma para focar mais na história da organização. Além de divulgar os anúncios na barra lateral o LinkedIn oferecerá o famoso “promover” para gerar um buzz nos conteúdos, e-books e infográficos.

No final o LinkedIn tem mais a oferecer do que muitos imaginavam, não é!?






[Livro] Caiu na Rede. E agora?


O livro Caiu na Rede. E agora? foi lançado no mês de março deste ano e pelas minhas pesquisas ele é considerado o 1° livro nacional que trata do tema de gestão e gerenciamento de crise nas mídias sociais. 

Fruto de uma dissertação de mestrado, o livro traz como diferencial um importante apanhado geral sobre os fatores que estão por trás de uma crise organizacional, além de citar alguns conhecidos exemplos de crises brasileiras e fornecer dicas sobre como as empresas devem reagir em meio a crises com uma linguagem simples, didática e de fácil entendimento. Desta maneira, micro, pequenos, médios e grandes empresas podem ter o seu plano e se prevenir de uma crise online.

Segundo a autora Patrícia B. Teixeira, “As empresas de um modo geral, não têm planos de prevenção para enfrentar problemas graves. A maioria das crises não surge repentinamente, exceto em alguns casos de tragédia, iniciam-se com pequenos sinais, como sintomas de uma doença, que se não forem detectados imediatamente, a situação só tende a piorar.”


Vale a pena conferir!

[Infográfico] Quanto tempo você demora para responder os curtidores da sua fan page?

A empresa de gerenciamento e monitoramento Scup fez uma pesquisa no 2° semestre de 2012 com dados da sua ferramenta sobre o tempo que as perguntas, reclamações e sugestões ficaram sem uma reposta da mídia corporativa. Vale a pena analisar o infográfico e observar o que está sendo feito em sua agência e se o tempo é superior ou está dentro das informações apresentadas abaixo.



Ditos populares do mundo digital



Em toda reunião de família tem o primo pentelho, a tia fofoqueira e o mala da trupe. O famoso “tiozão” que sempre conta as mesmas piadas todos os anos, zoa dos defeitos de todo mundo e abre a boca para soltar os famosos ditos populares. Então nem pense em colocar o pavê na mesa...E é nesse clima de descontração que a galera do youPIX trouxe os ditos populares do mundo digital.

Enjoy!

1) Em casa de blogueiro o espeto é viral.
2) Nem tudo o que reluz é moeda verde.
3) O pior seguidor é aquele que não quer retuitar.
4) Quem tem pressa usa script.
5) RT de promoção, 100 anos na prisão.
6) Antes forever alone, que mal seguido.
7) Não há marcas que o Google apague.
8) Em terra de badges, quem é mayor, é rei.
9) Nada como um poke atrás do outro.
10) Em Twitter privado não entra stalker.
11) As aparências enganam.
12) Quem com post fere, com comentário será ferido.
13) Twittar é poder.
15) Trollagem no perfil dos outros é refresco.
16) O bom follower a seguir torna.
17) Orkut de bêbado não tem dono.
18) O unfollowado é sempre o último a saber.
19) Quem publica o que quer, lê o que não quer.
20) Quem com tag em flyer fere com tag em flyer será ferido.
21) Post engraçado não se olha a fonte.
22) Tuítem bem, tuítem mal, mas tuítem de mim.
23) Tuita quem pode, retuita quem segue.
24) Diga-me o que lês no Google Reader e te direi quem és.
25) De atriz, blogueiro e dj o inferno tá cheio.
26) O mural do vizinho é sempre mais curtido que o nosso.
27) Roupa suja se lava por DM.
28) Comunidades paradas não movem tópicos.
29) De view em view o Youtube cria uma celebridade.
30) É melhor prevenir estudando do que remediar com o Yahoo! Respostas.
31) Antes uma badge roubada do que nenhuma.
32) Quem tem Google Maps vai a Roma. (E dá check-in).
33) Quem semeia quizes, colhe spams.
34) Em terra de apps quem tem iPhone é rei.
35) A união faz a Super Swarm Badge.
36) Anônimo do Formspring que ladra, não morde.
39) Azar no Angry Birds, sorte no poke.
40) Em briga de blogueiro não se mete o mouse.
42) A desculpa do troll é a zoeira.
43) Não adianta chorar sobre perfil hackeado.
44) O fake tem pernas curtas.
45) Dos encurtadores de URL, o menor.
47) Retuitou não leu, o pau comeu.
48) Mais vale um seguidor na mão do que dois unfollows.
49) Nunca diga “nesta rede social nunca entrarei”.
50) Onde há Trending, há Topics.


Quantidade ou qualidade? O que é válido mensurar nas redes sociais.


No caso da dúvida os dois! Por mais que o cliente foque no número de curtidores ou se a peça foi compartilhada quantas vezes ou se a frase do presidente da companhia teve comentário não limite-se apenas a essas metas.Os gestores responsáveis pela mídia tem a obrigação de forçar o cliente enxergar o outro lado da moeda para mostrar que nem tudo resulta em números.

Páginas bem engajadas e que ofereçam conteúdo constante além de manter os usuários na mídia resulta na pulverização da sua informação com os demais da rede social trabalhada. Sabemos que o caminho para ter o ROI nas mídias sociais é confuso e turbulento, mas de alguma forma ou milagre é preciso apresentar resultado para o cliente como mostra o gráfico abaixo.


Há também alguns pontos a serem relatados e informados para o cliente como o período de avaliação das mídias, o que exatamente está sendo avaliado (campanha, sorteio, Facebook ads, parcerias, ...), as mídias que estão sendo trabalhadas e de que forma estão sendo integradas com o foco na unificação de informação, o que foi feito para gerar interação e o engajamento entre a mídia e o usuário e os resultados alcançados e almejados.

Através desses pontos é possível qualificar e quantificar as informações necessárias para fazer uma boa leitura dos números apresentados. No final o primeiro passo é entender que o monitoramento vai além das postagens. Objetive em compreender, analisar e propor um relacionamento mais assertivo entre a marca e o consumidor.

[Infográfico] A síndrome do "descurtir". Entenda porque fans viram ex fans da sua fan page!

Os analistas de mídias sociais sabem o quanto é complicado manter uma página no Facebook sem recursos para investir em anúncios e promover peças. O sofrimento é maior quando os fans, que você tanto suou para captar, "descurtem" a sua fan page. Então para dar uma luz sobre o que deve está ocorrendo com o seu gerenciamento a Camila Porto da agência .com/teúdo deu várias dicas no infográfico abaixo.

                         Fonte: Agência .Com/teúdo

Facebook Exchange. O remarketing de Mark Zuckerberg!


Como se não bastasse o Google (matéria) agora é a vez do Facebook implementar na ferramenta o nosso famoso remarketing. O sistema de captação do histórico de navegação terá o mesmo princípio conhecido pelo mercado (cookies) no site de terceiros.  

Através destes dados os banners laterais serão apresentados de acordo com a(s) sua(s) última(s) busca(s). Segundo Scott Shapiro, gerente de marketing de produto do FBX comentou que: “O Facebook Exchange é perfeito quando o objetivo é uma conversão fora do Facebook e os dados os utilizados para conduzir esse objetivo existem fora do Facebook.
 

Quando as metas das marcas são sensibilização e favorabilidade, as ferramentas nativas do Facebook proporcionam um melhor ajuste, porque trabalham com todos os nossos formatos sociais, além de atiçar a segmentação”.O Facebook Exchange exibirá apenas banners – aquelas pequenas caixas com texto e foto na lateral direita das páginas – e não se estende a histórias patrocinadas – as sponsored stories – ou anúncios premium.


No Brasil, algumas empresas comoDigilant,  dataXu e a Triggit ( responsável pela plataforma de remarketing da Amazon) apostam no Real Time Bidding (RTB). Alguns visionam e vão além dizendo que o RTB vai ser um grande negócio este ano. No final nós, anunciantes e agências, teremos como trabalhar com um target mais sólido e teremos informações que vão além do perfil de interesse e consumo do internauta oferecido através de demand side platforms (DSPs) da ferramenta.

Informações no site do FBX diz que os dados coletados não são 100% compartilhados com os anunciantes e que os usuários terão o mesmo controle sobre os anúncios que são divulgados no Facebook.


Agora é esperar para ver, não é!?