SEO e SEM tem a mesma função?


Esse mês eu resolvi encarar um novo desafio na agência e agora crio e gerencio campanhas de SEM (links patrocinados) no Google. E na sala de aula tem uma galera que tem algumas dúvidas sobre o assunto, como por exemplo, o que o SEO e o SEM podem trazer para o marketing digital da empresa ou se eles têm a mesma função.

Bom, antes de qualquer coisa vamos entender o processo desse mini carrossel de informações. Todo mundo sabe que a primeira página de busca que vem na mente dos brasileiros é o Google e por mais que você saiba de cor o endereço eletrônico da sua página favorita, o buscador é uma mão na roda. Ainda mais tratando-se de pesquisar  novos blogs, sites, com foco em comprar algo, buscar um novo serviço e até mesmo como lista telefônica. Quando pesquisamos algo na maioria das vezes chegamos até a 3ª página e se estamos com pressa olhamos apenas para os 5 primeiros resultados, sendo eles pagos ou orgânicos.

E é aí que entra o marketing de buscas (SEM) que tem como objetivo colocar o seu site entre os primeiros resultados nos buscadores através de um investimento mensal feito na plataforma do Google Adwords. Como se sabe que a busca é SEM? Assim que você faz uma pesquisa com as palavras-chave que a empresa comprou, o site aparecerá entre os primeiros resultados marcados como “Link Patrocinado” para que o visitante saiba que aqueles resultados são na verdade o espaço publicitário do Google.

Agora o outro lado da moeda... o SEO. Bom, esse requer um cuidado maior e que visa resultados de médio à longo prazo. O motivo para todo esse processo é que para ter um bom SEO as agências utilizam diversas técnicas na construção do site e na geração de conteúdo do mesmo utilizando palavras-chave em sua estrutura, títulos das páginas, dos conteúdos, imagens otimizadas, etc. É por isso que os analistas de SEO têm um currículo similar ao da galera que trabalha com programação.

E qual é o melhor?

Os dois, pois com ambos podemos trabalhar para uma boa colocação nos sites de busca, aparecer entre os primeiros no resultado tanto pago quanto orgânico almejando os pontos positivos para as campanhas de branding e/ou performance. O ponto chave é ter sintonia neste processo, portanto, não deixe de investir em uma equipe qualificada!

Por enquanto é só!


Anúncios nas mídias sociais crescem a cada dia, mas e o ROI?


Muitas empresas já investem nos “ads” da vida nas mídias sociais. Muitas separam um FEE mensal de 1% à 10% de sua verba para publicidade nesta modalidade. A empresa Nielsen fez uma pesquisa (Paid Social Advertising 2013) por e-mail e telefone com 500 profissionais do mercado americano.

Neste relatório mostrou que 89% das empresas/71% das agências utilizam ferramentas gratuitas em busca de resultados orgânicos e 75% das empresas/81% das agências compram anúncios. Há também uma parcela que não utiliza nenhum das modalidades acima.

Boa parcela das empresas americano começou a focar em social ads em 2010 e dados informam que hoje 7 em cada 10 empresas investem até 10% do budget. Apenas 13% direcionam mais de 20% da verba para esse tipo de ação.

Apesar de vermos tais mudanças de investimento na área de comunicação o que espanta é o fato de que apenas 29% das empresas/27% das agências mensuram o retorno sobre o investimento desta atividade. Se formos olhar o outro lado da fatia nós podemos perceber que o mercado ainda está engatinhando em matéria de apresentar esse ROI com 66%empresas/70%agência que não relatam o que efetivamente foi agregado a marca com o investimento feito nas mídias.

Bom pessoal, agora só nos resta é estudar...e muito! Dados da pesquisa mostram que 64% dos entrevistados vão aumentar os investimentos nos próximos 12 meses, sem contar a migração de verbas das mídias tradicionais para as digitais.

Vamos arregaçar as mangas social medias!

Fonte: Tracto

[Livro] Business Model Ganeration - Inovação em Modelos de Negócios


Antes de começar a ler este resumo responda, rapidinho, as perguntas abaixo.


  • Você tem espírito empreendedor?
  • Você busca encontrar novas maneiras de fazer negócio para substituir formatos antigos e ultrapassados?
  • Você está sempre pensando em como criar valor e construir novos negócios, ou em como aprimorar ou transformar sua organização?

Bom, se você respondeu SIM para uma das perguntas acima bem vindo ao grupo BMG! O livro Business Model Generation – Inovação em Modelos de Negócios surgiu em 2010 após 09 anos de pesquisa, 4.000 horas de trabalho, mais de 400 coautores e quase 28.500 post-its utilizados.

Agora em sua 4ª edição o livro já conquistou 45 países com a sua linguagem de fácil entendimento para analisar e criar novas estratégias através da seguinte divisão: segmentos de clientes (SC), proposta de valor (PV), canais (CN), relacionamento com clientes (RC), fontes de receita (R$), recursos principais (RP), atividades-chave (AC), parcerias principais (PP) e estrutura de custo (C$) expostos conforme a imagem abaixo para que a sua empresa tenha a cobertura das quatro áreas principais que são: clientes, oferta, infraestrutura e viabilidade financeira. Para preenchê-la é simples, galera. Basta ter uma equipe afiada para um mega brandstorm, post-its coloridos, escrita objetiva, linguagem simples e se der para desenhar é melhor ainda.




A pesquisa traz a fusão com alguns conceitos mercadológicos bem conhecidos por alguns estudiosos. Um deles é a utilização da cauda longa com esse modelo de negócio para redefinir determinados produtos ofertados pela empresa. Ex: Lego (pág. 72). No livro podemos encontrar também algumas formas de utilizar os dados da análise SWOT com o foco nas oportunidades e ameaças (pág. 224). Sem contar a combinação feita da estratégia do oceano azul com o quadro BMG (pág. 228). E o bom de tudo isso é que o modelo é mutável e pode ser utilizado de diversas formas (agregado ou desagregado - pág 56).


Enfim, para você que deseja ter uma análise simples e objetiva de sua empresa vale muito a pena a leitura deste material, já que, nele o estudo do seu negócio não segue apenas uma estrutura para enquadrar o seu negócio. Como disse Tim O’Reilly – CEO da O’Reilly “ Não há um Modelo de Negócios único...na verdade, o que há são muitas oportunidades e muitas opções, precisamos apenas descobrir todas elas.” 

...mas afinal de contas, o que é etiqueta digital?


Estamos vivendo em um tempo onde a cada dia que passa é extremamente comum participarmos cada vez mais desse mundão virtual a fora! Ainda mais agora que as horas parecem não render e através destes canais encontramos formas de diminuir a famosa saudade através de chats, redes sociais e e-mail em busca de amenizar a distância com apenas alguns cliques. Sem contar a imensidão de serviços ofertados para facilitar a nossa vida como transações bancárias e compras para a casa em questão de minutos.
Apesar de termos toda essa infinidade de recursos, a vida online requer determinados cuidados. Como todos sabem não é raro vermos pessoas utilizarem, por exemplo, as mídias sociais como se fossem diários e relatar tudo o que fazem o dia inteiro ou fazer o Foursquare de passaporte! Sem contar as famosas postagens no estilo “Se a montanha não vai até Maomé ele vai lá e posta uma indireta no Facebook!”. Para muitos as mídias sociais podem passar uma falsa sensação de anonimato, mas a verdade nua e crua é que NADA fica oculto na internet, e sim, muitas vezes a massa ignora tal fato. Sendo que nem todos os comentários deixam de passar pela peneira e aí uma simples postagem pode ser replicada infinitas vezes resultando a falta de controle desta situação.
No final das contas temos que ter educação e respeito ao próximo dentro e fora do universo digital. Tenha cuidado com as fotos e vídeos postados e compartilhados em sua timeline. Tente evitar comentários ríspidos e preconceituosos nos canais online utilizados e lembre-se que o seu perfil vai além dos seus amigos. Ele é uma ferramenta de avaliação pelo seu chefe e pelos headhunters que um dia irão cruzar o seu caminho.

Fonte: Exame

“Hashtag é a fogueira da era digital”, diz Adam Bain do Twitter


Em sua primeira visita ao Brasil Adam Bain, presidente de receitas globais do Twitter, deu uma entrevista para a Revista Veja onde ele fala de uma das missões fundamentais para o crescimento do Twitter em todo o planeta: angariar novas receitas para o microblog fundado em 2006 por Evan Williams, Biz Stone e Jack Dorsey.


Só em 2013, segundo levantamento produzido pela empresa de análise de marketing digital eMarketer, a receita publicitária da empresa deve somar 582,8 milhões de dólares, quase o dobro do que foi apresentado no ano passado. Em 2014, esse número pode chegar a 1 bilhão- e o Brasil terá participação especial nessa fatia, uma vez que tem a segunda maior base de usuários de Twitter no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.



Na sua opinião, qual é a importância do Twitter? 



Fico impressionado com o papel desempenhado pelas hashtags e o microblog. No passado, o ser humano se reunia em torno do fogo para relatar momentos especiais. Hoje, as pessoas usam o Twitter para compartilhar o que sabem e se informar. Para acompanhar esse relato, nossos usuários geralmente antepõem ao assunto o símbolo sustenido “#”. A hashtag virou a fogueira da era digital. As pessoas se reúnem digitalmente em sua volta e, de uma maneira tão simples, conseguem se aproximar de pessoas de um mesmo interesse. O Twitter é só um intermediário.



Como isso tem funcionado na prática? 



Em 2011, durante a última paralisação na liga de basquete do mundo, a NBA, o americano Kevin Durant, um dos maiores astros do esporte, enviou um tuíte em seu perfil pessoal perguntando se alguém queria disputar na cidade de Oklahoma uma partida de flag football (variante do futebol americano que é praticada até em parques de São Paulo). Em segundos, um estudante de uma universidade enviou uma resposta ao jogador, dizendo que amigos se reuniriam para participar de um jogo. Durant se interessou e agradeceu o convite - e compareceu de fato à partida de flag football. Esse relato mostra como é possível aproximar anônimos de famosos (veja abaixo o relato completo do diálogo no microblog).



O que faz o Twitter ser uma empresa rentável? 



Não podemos compartilhar números, mas nossas fontes de receitas publicitárias, que permitem que pessoas e marcas alcancem um público maior, são baseadas em três recursos: o envio de mensagens automáticas na página do usuário e a possibilidade de promover algum perfil no microblog de acordo com interesses dos cadastrados, além da inserção e destaque de termos ou palavras entre os assuntos mais discutidos na rede, popularmente conhecidos pelos brasileiros como Trending Topics.



Durante sua passagem no Brasil, o que mais lhe chamou atenção?


Fiquei impressionado com a quantidade de pequenos estabelecimentos, como restaurantes e bares, que adotam o passarinho (símbolo do Twitter) para ampliar o diálogo de seus consumidores nas redes sociais. Devemos aproveitar e vamos abraçar o setor de pequenas e médias empresas aqui no país. Essa é a importância de conhecer novos locais: você acaba se adaptando a eles. Acredito que devemos ter um time dedicado a isso.


Recentemente, o Twitter recrutou um experiente jornalista do The Guardian para coordenar uma área de dados. Afinal, após sete anos de existência, o Twitter é uma empresa de mídia, uma rede social, um microblog ou uma companhia de dados? 



O Twitter tem em seu DNA o seguinte valor: que as pessoas sejam informadas e conheçam o que está acontecendo ao seu redor e no mundo. Logo, todas essas características mencionadas por você se cruzam em algum momento.




Qual o futuro que é reservado ao Twitter? Algo voltado ao conceito de segunda tela?



Sim. A empresa tem uma participação nada desprezível no mercado de segunda tela. No Brasil, temos eventos genuinamente populares em nossa plataforma, como jogos de futebol, reality-shows e, principalmente, novelas. Nesta semana, acompanhei de perto os comentários relativos à novela Salve Jorge, da Rede Globo. Em sua grande maioria, fiquei atento às mensagens da autora da trama, Gloria Perez. Antes mesmo do início do capítulo, ela mesmo fornece algumas pistas ou relata detalhes do que vai acontecer. É um ótimo uso da ferramenta para incentivar ainda mais telespectadores a acompanhar o desfecho da novela.


Fonte: Veja

Pesquisa mostra que jovens e CEO’s não concordam sobre os efeitos da mídia social

Hoje em dia é super comum você ver dois jovens trocando mensagens no Whatsapp estando um ao lado do outro. Alguns dizem que o melhor jeito de manter determinados assuntos em off! Sendo que tem uma galera (CEO’s) que ainda  não aceitou esse poder que as mídias sociais tem sobre a sociedade.  Para termos uma noção do que um nicho pensa do outro uma pesquisa foi realizada com 3,4 mil estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação de vários países, inclusive o Brasil

O estudo aponta que 70% dos alunos acreditam que as organizações deveriam usar websites e mídias sociais para se comunicar com o cliente, enquanto entre os CEO’s esta é a opinião de apenas 56% dos entrevistados.

A expectativa dos jovens é que a interação presencial com o consumidor migre cada vez mais para o virtual, resultando que as mídias tradicionais cedam espaço para os novos meios de comunicação online.

Hoje, 80% dos CEO’s enxergam o “face-to-face” como a principal forma de relacionamento com o cliente. Entre os estudantes, 58% concordam com isso.

Contudo, no que se refere à importância das mídias sociais nessa aproximação, o cenário é praticamente inverso: 70% dos alunos e 56% dos executivos a reconhecem como a ferramenta mais relevante no contato com o cliente.

“Os executivos veem a tecnologia mais como um condutor de eficiência, enquanto os estudantes já a enxergam como um ativador de colaboração e relacionamentos”, diz Isabela Martins, líder de consultoria da IBM Brasil para o segmento de CRM.


Outra grande diferença entre a visão dos estudantes e dos executivos está relacionada ao equilíbrio da vida profissional e pessoal. Entre os alunos essa preocupação ficou em segundo lugar com 54%, ao lado de capacidade de inovar, dentre os 13 atributos desejados no local de trabalho. Para os CEOs o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional foi o sétimo citado, com somente 35%.


Fonte: Baguete

Nem tudo que é aconselhado deve ser feito: Alguns conselhos ruins para as mídias sociais.


Já perdi as contas de ver vários profissionais intitularem-se como o oráculo das mídias digitais e no final todas as justificativas são embasadas no imenso livro do Conrado Adolpho, O guia definitivo de marketing digital. Sabemos que se conselho fosse bom muitos venderiam e não davam, mas ultimamente tenho visto cada coisa que vale a pena reunir algumas dicas.

“Mídia social é o novo SEO”
Ter perfil em redes sociais não anula as estratégias de SEO. Ambas as ações de marketing funcionam melhor juntas e devem coexistir para melhorar o rankeamento e levar mais pessoas à sua página.
“Quanto mais você publica, melhor”
A quantidade de posts é o que menos tem valor. O conteúdo é sempre o rei em qualquer ambiente virtual.
“Programe todos os posts de uma só vez para poupar tempo”
Você pode até programar os posts, mas procure alternar os horários de acordo com o gerenciamento de retorno. Não canse seus fãs com as mesmas informações, ao mesmo tempo em todos os lugares.
“Qualquer um pode realizar serviços de mídias”
Este serviço deve ser realizado por pessoas ou empresas especializadas e competentes para tal. Invista neste trabalho e não o entregue nas mãos de qualquer um.
“Não leve nada para o lado pessoal”
Você deve imprimir sua personalidade na mídia, por isso seja emocional e transmita seus valores, com bom senso é claro, nas redes.
“Responda a todos os comentários negativos”
Não ignore os comentários negativos, mas escolha sua batalha. Existem comentários que são feitos apenas para causar problemas ou se capitalizar em cima de sua resposta. Analise antes de dar o feedback.
“Se você cometeu um erro, delete o post para consertá-lo”
Na internet, não há erro que possa ser desfeito ou perdoado. Peça desculpas e tenha atenção redobrada nas próximas postagens.
“Ter muitos fãs/seguidores e engajamento é o que importa”
Eles são muito importantes, mas apenas uma peça no quebra-cabeça que leva o negócio ao sucesso. Dê prioridade aos clientes e ações de marketing  mais diretas, já que de início, é o que mantém seu negócio.

“Poste X vezes por dia”

Não existe um número de postagens ideal, e sim os momentos mais convenientes para publicar. Observe os retornos!

Fonte: Administradores

As hashtags invadiram a mídia de Mark Zuckerberg




Bom, o Facebook tardou, mas não falhou! Enfim foi lançado o recurso para a utilização da “hashtag” na mídia. Na última quarta-feira (dia 12/06) o recurso foi disponibilizado para as plataformas nos seguintes idiomas: inglês, português, espanhol, turco e japonês. As “hashtags” terão a função de transformar assuntos escritos na timeline em link facilitando a busca por conversas sobre determinados temas na mídia social.

“A partir de hoje, as hashtags serão clicáveis no Facebook. Semelhante a outros serviços como Instagram, Twitter, Tumblr e Pinterest, as hashtags no Facebook permitem que você adicione contexto a um post ou indique que ele é parte de uma discussão maior. Quando você clica em uma hashtag no Facebook, você verá um feed do que outras pessoas estão falando sobre esse evento ou tópico”, escreveu Greg Linday, em comunicado à imprensa disponibilizado no site da rede social.

Através deste recurso poderemos fazer uma busca específica na barra de pesquisa como, por exemplo “#NBAFinals”, clicar em hashtags que se originam de outros serviços, como o Instagram nas mídias, ou criar mensagens diretamente no feed da hashtag ou dos resultados de busca.

Ah, para a galera que gosta de manter as informações apenas para a sua rede de amigos o Facebook ressaltou que a restrição de acesso está valendo para esse recurso também. Basta definir que apenas os seus amigos tenham o direito a buscar a hashtag e visualizar as suas atualizações.

"Nós vamos continuar a revelar mais recursos nas próximas semanas e meses, como uma área com as hashtags mais citadas", informou Linday. Segundo o Facebook, a inclusão de hashtags é apenas o primeiro passo para ajudar as pessoas a descobrirem mais o que outras pessoas estão dizendo sobre assuntos em específico e a participarem das conversas.


Preparem-se social medias!

Fonte: UOL e G1


Diz aí...rede social e mídia social tem o mesmo significado?


Antes de mais nada vale ressaltar que os termos em questão existem antes mesmo de sabermos o que era internet! Eles apenas popularizaram-se decorrente ao crescimento das ferramentas de interação como o Orkut em um primeiro momento e agora com o Facebook.
Resumindo, rede social existe à séculos através da comunicação verbal, escrita e gestual. Se analisarmos tudo apreendido por nós e colocarmos em uma linha do tempo iniciaremos com os primórdios até os dias atuais.
Bom, chega de rodeios!
As mídias sociais são todos os ambientes tecnológicos onde os seus usuários possam ter a capacidade de armazenar, compartilhar e gerar conteúdo (texto, imagem, música, vídeo), resultando a troca de idéias, participação dos formadores de opinião e relatos de determinadas experiências.
Já o outro lado da moeda podemos concluir que as redes sociais podem disseminar informação, produzir conhecimento e transformar pessoas que antes tinham determinado saber e descobriram novas possibilidades. No curto e grosso...redes sociais nada mais são do que uma organização social feita por pessoas e para pessoas. Toda tecnologia envolvida se traduz por ferramentas que viabilizam nossa interação, independente de distância. Rede social, virtual ou real, é a nossa forma de compartilhar conhecimento, músicas, livros, emoções. A evolução está nas pessoas e não nas máquinas, afinal, não dependemos de tecnologia para sermos produtores de conhecimento. 

Fonte: Webinsider

[Infográfico] Curiosidades sobre o Dia dos Namorados nas mídias sociais.


Você sabia que a cada 2,5cm a mais na altura aumenta em 5% as chances de um homem encontrar uma namorada ou que há um estudo onde comprova que pessoas envolvidas em algum tipo de relacionamento nas mídias sociais costumam ser mais positivas e felizes que os solteiros? Sem contar que as mulheres providas de inteligência têm menos de 40% de chance de se casar!
Bom, essa e outras informações são encontradas no infográfico feito pelo pontofrio.com em homenagem ao Dia dos Namorados com informações bastante engraçadas e bem inusitadas.

Confira!

...e Feliz Dia dos Namorados! 



Fonte: E-Glu do Pinguim


[Livro] A Cauda Longa

A Cauda Longa é o livro do autor Chris Anderson, Editor-chefe da revista americana Wired, que fala sobre as transformações que a internet trouxe aos negócios e a economia.
Ele fala sobre a transição do mercado de massa para o mercado de nicho, em um mundo aonde cada vez mais a escassez do espaço na prateleira vem diminuindo com as “prateleiras virtuais”.
O livro disserta com abundância sobre essas “prateleiras virtuais”, a facilidade ao acesso das ferramentas de produção de conteúdo, mais especificamente para o mercado de entretenimento, e as novas tecnologias como um todo, que vem mudando a sociedade e as formas de se fazer negócios.
Esse nome “Cauda Longa” se deriva do formato que as estatísticas de vendas, analisadas por Chris Anderson, estavam tomando no gráfico, veja abaixo um exemplo:


Tempos antigos



Antigamente nós sofríamos com a escassez de espaço nas prateleiras das lojas em geral, então, só ia para a prateleira aquilo que fosse certo, ou pelo menos quase certo, de ser um sucesso em vendas, ou seja, uma economia baseada em Hits (grandes sucessos).



Por mais que uma loja de “tijolo e argamassa” (referência às lojas físicas no livro) fosse grande elas estariam limitadas ao espaço físico, portanto não se poderia oferecer tudo, mas somente aquilo que fosse vender. Sendo que isso muda com o advento das tecnologias digitais, principalmente a internet.



Tempos modernos



Nos dias de hoje as lojas de “tijolo e argamassa” ainda estão condicionadas as leis da física, mas elas podem expandir seus negócios para o mundo digital onde a escassez da prateleira "não existe", pois todos os produtos ocupam espaços em bits. Com essa nova forma de se fazer negócios começou a se ver a ascensão dos mercados de nichos, onde no passado não teriam espaço nas lojas físicas e agora encontram espaço suficiente nas lojas virtuais.



Notou-se então, que os produtos de nicho apesar de não venderem tanto quanto os Hits,  unificando a oferta dos mesmos geram a representatividade, em números de venda, de um mercado tão interessante quanto o mercado de Hits.



Para exemplificar, Anderson citou o case da Netflix!

Netflix é uma locadora online, onde você pode alugar filmes, séries, desenhos e outros para ver em sua casa, tudo pela a internet, sem precisar sair de casa (Bom, pelo menos na teoria é isso!). A empresa detêm vários filmes e séries de sucesso, que com certeza rendem muito dinheiro, mas a soma do lucro de todos os grandes sucessos é tão boa quanto à soma do lucro de todos os vídeos que não são grandes sucessos.


Quando você não tem um limite para oferecer produtos resultando a oferta de uma infinidade deles, acaba que o cliente está aberto a consumir os demais produtos que necessariamente não são grandes sucessos. Sem contar que a opinião expressada no filtro “quem comprou esse produto comprou também” faz com que aguce o interesse do consumidor.



Dessa forma as pessoas migram dos produtos de Hit para os produtos de nicho que apesar de venderem pouco, junto a outros produtos de nicho, mostra como o mercado é altamente lucrativo já que mantê-los nas “prateleiras virtuais” não é necessário um grande investimento inicial.



Fonte: Marketing Digital Dicas


Franchising nas mídias digitais: Você está seguindo o caminho correto?


Hoje podemos concluir que as empresas com um branding forte no mercado não tem mais como escapar das mídias digitais. Sem contar com o grande perigo de evangelizadores da marcas criarem fóruns, fan pages e perfis para cultivar o seu amor pela marca. Sabemos que isso é ótimo para geração de buzz nas mídias, mas não se pode garantir até quando esse feliz casamento terá continuidade. Com essa necessidade de ser lembrado tanto nas mídias offline quanto nas mídias online as redes de franquias também não querem ficar de fora do boom digital. Uma pesquisa realizada pela Dito, desenvolvedora de aplicativos sociais, aponta que 639 marcas de franquias têm página no Facebook. 


Como temos visto nas mídias muitas empresas ainda estão em busca para humanizar a marca nas mídias digitais. Agora imagine concretizar o mesmo para um franchising onde a teia pode estender-se em nível mundial? Um dos pontos chave que definirá uma boa estratégia e a comunicação uniforme dos franqueados. Através desse ponto podemos analisar os casos de sucesso e fracasso nas mídias! A consultora Thais Kurita, especialista em assessoria jurídica para franquias da KBM Advogados, lista alguns cuidados que a franquia deve ter para proteger sua imagem nas redes: 

Centralizar a comunicação no franqueador 



No mundo ideal, a franqueadora deve fazer toda a comunicação da marca em redes sociais. Além de padronizar a linguagem dos posts e auxiliar o monitoramento das páginas, a política facilita a gestão de crises, quando algum cliente reclama dos serviços, por exemplo. 

Criar normas de conduta 



Se a rede for muito ampla e a marca optar por permitir que cada franqueado faça suas próprias ações de divulgação, é preciso criar normas de conduta e divulgá-las amplamente, para que todos estejam na mesma página. 

Orientar os franqueados constantemente


 
Vale tudo: circulares, workshops ou até mesmo reuniões presenciais. O importante é manter o franqueado sempre atualizado sobre como agir na gestão das redes, especialmente quando houver críticas ou reclamações de clientes. 

Atenção na hora de vender produtos 



Segundo Thais, a venda de produtos pelo Facebook é legal, mas o franqueado deve tomar cuidados em relação à imagem da empresa ao realizar transações do tipo. A regra é adotar no mundo virtual as mesmas diretrizes e condutas que valem para as negociações offline.
Fonte: Revista GEPN